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blueberries

"A beautiful women is a beautiful women, but a beautiful women with a brain is an absolutely lethal combination."

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"A beautiful women is a beautiful women, but a beautiful women with a brain is an absolutely lethal combination."

168. IroNic ' HoLidAys

Não suporto mais fingir que a tua ausência não me afecta. Fico a remoer as lembranças e a viver coisas antigas, enquanto cada pedaço de mim mesma te procura, chama por ti, precisa de ti. Mas finjo ser forte. Finjo ser algo que jamais poderia ser. Finjo ser alguém que não precisa de ti. E de tanto finjir acabei por me matar aos poucos. A cada dia desaparecia uma parte de mim que precisa de ti. A cada dia morria uma pequena vontade de te ter e uma grande parte essencial em mim para viver. Não está a dar sem ti. As ruas parecem mais frias, as esquinas trazem-me desilusões, não está a dar para continuar a viver enquanto espero que te sentes para jantar, que fales sobre o teu dia, trocar palavras, ficar à espera que chegues com um beijo, um carinho, com amor. Acostumei-me a esperar, esperar que voltes, esperar por mim mesma. E cada vez as horas correm mais devagar, mais doidas, mais sem ti. Eu ainda te quero. Ainda continuo a chamar o teu nome nas madrugadas em que o ededrão não consegue aquecer o meu corpo. Ainda continuo a querer o teu corpo junto ao meu enquanto tomo banho. Tu não ententes. Não percebes. O que tens aqui é apenas teu. Esta saudades, este amor, este corpo, esta vida, este eu. Enquanto eu continuo aqui à procura de outras lembranças, outras lembranças boas, à procura de um pouco de ti. Para ti sou só aquela rapariga porreira. E tu, que és tão cheio de contos de fadas, essa vontade do "felizes para sempre" continua, mas com outra, não comigo. Sentir a tua falta nomeou o meu coração como teu. E essa ausência perturba-me, corrói-me, mata-me. Diz quando voltas, e se voltas. Arranca de mim essa esperença que insiste em multiplicar-se como uma célula cancerosa. Não me deixes criar mais expectativas de algo que não existe. Permite-me ser livre como és. Livre desse passado que me aprisiona cada dia mais, dessa vontade de insistir em ser algo que jamais poderá ser. Liberta-me dessa prisão que um dia chamaram de amor, dessa vida que não me pertence. Quero ser livre para sorrir sem chorar. Poder construir um futuro sem a tua interferência. Ou então volta. Volta e faz-me ser mais eu. Faz-me sentir mais tua, para que assim possa haver um "nós". Será que nunca vais sentir saudades daquela tarde fria? Nunca te lembrarás de mim naquela sala, tão cheia e tão vazia? Sabes, aquela sala onde só a luz daquela tela nos iluminava, onde dê-mos o nosso primeiro beijo. Esse beijo que não esqueci. É meu. Tira-me da beira destas lembranças, eu quero um futuro, não interessa que seja em Las Vegas, no Dubai ou nas Caraíbas, com íate de luxo ou sem, mas de preferência, um futuro com o teu cheiro no meu cabelo, na minha camisola, no meu cobertor, na minha almofada. Eu quero o "nós". Quero-te a ti. Quero que o nosso amor seja igual. Para nos completar-mos, para que eu entenda as tuas maneiras de amar e tu entendas as minhas. Quero entender as tuas palavras no teu silêncio rigoroso. Quero olhar-te nos olhos. Sê meu. Eu prometia nunca mais implicar com o teu cabelo, nem com o facto de te ver sempre fumar. Não me importaria de ver contigo aquelas comédias românticas com o Ashton ao invés de um bom filme de terror. Adapta-me à tua vida, como eu adaptei a minha, exclusivamente, a ti. Vamos abandonar este singular na vida. Não me importo com o que pode vir a acontecer. A vida é cheia de surpresas e a melhor que eu tive foi ver-te naquela corredor, naquele momento, onde qualquer outra pessoa poderia estar em vez de ti. Eu ando cheia de silêncios gritantes. E eles gritam palavras que não valem nada, mudas, desconexas, está tudo a perder o sentido. Olha-me nos olhos e diz-me a verdade, diz-me a verdade, diz-me que isto tudo não passa de um sonho, de uma ilusão. Faz com que eu te odeie. Por favor. Não posso continuar a relembrar as tuas palavras doces. Deixa que eu te odeio com todo o meu amor. Eu não quero precisar de ti, não assim, não ser for tu ou eu. Quero ficar viva, viva literalmente. Não quero apenas existir, como uma zombie que caminha pelas ruas à procura de algo que não sabe o que é. Quero acordar num Sábado e já saber o que fazer no Domingo. Quero assistir àqueles filmes românticos sem precisas de me lembrar que eu nunca terei uma história como aquela, sem precisar de saber que o meu final feliz não existe. Quero viver sem ter qualquer interferência no passado. Com a interferência de algo que já foi de um bem maior mas que agora é um doce venenoso. Quero-te dizer todas as palavras mais doces que guardo a cada segundo, quero-te mimar, eu quero o "nós" presente, passado e futuro. Anda. Sê meu. Entrelaça os teus dedos no meu cabelo, aquece os meus pés frios numa madrugada qualquer, anda que eu tento fazer-te feliz. Anda que 'encho-te de mim', encho-te de tanto amor. Apenas... anda. Anda e transforma esta tristeza num amor sem validade, sem dor, sem incertezas.

 

 

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Pois é, tanto tempo a desesperar para que chegasse e a verdade é que já chegou. Hoje vou para o Algarve, ás 21 horas estou eu a sair de casa toda maluca xD Chego cá no dia 6 à noite, durante a semana vou tentar vir à net, mas não prometo nada. 'Estou em pulgas', vai ser praia, praia, piscina e mais praia, e se calhar vou passar um dia no Aquashow.

Depois mostro-vos as fotografias (: 

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